Mudanças provocam vertigens?
- rosasilvestreconst
- 27 de jan. de 2023
- 2 min de leitura
Por incrível que pareça, lendo “Decodificação Biológica” de Christian Flèche, encontrei explicações que fazem muito sentido.
Toda vez que estamos frente a uma mudança importante e nos falta confiança em nós mesmos, deixamos o medo do futuro tomar conta e podem acontecer alguns sintomas físicos.
Lembrem que a doença é um sintoma que conta uma história.
Como a da mãe que ficou ligada aos filhos adultos através da ajuda financeira e outras formas de ajuda emocional e espiritual.
De repente ela “cai a ficha” de que não pode salvar ninguém, que está apenas enfraquecendo cada um e gastando energias que poderia ser dirigida para seus projetos pessoais.
Nesta busca de novas referências, de liberação mesmo, surgem sentimentos contraditórios como o medo de perder laços profundos com eles, de não ser compreendida, ser rejeitada e não ser mais amada.
O amor dela é incondicional, mas a mudança para uma postura de liberação de deixar de capturar os filhos traz uma sensação de impotência.
Na realidade somos mesmos impotentes, os filhos crescem e a vida pertence a eles, as escolhas são deles. Deixamos nosso exemplo e nosso legado para seguirem ou não, está tudo registrado no campo mórfico.
Para estas mães que vivenciam esta transição linda e profunda eu proponho duas ações:
A primeira é escrever a lápis os seus medos no papel, queimar o papel e colocar as cinzas num vaso. Na hora de queimar fazer uma oração, com a chama violeta de Sain Germain pedindo a transmutação da dor em amor.
A segunda é escrever alguns mantras e espalhar pela casa, para ler a toda hora e repetir nos momentos de oração, introspecção e meditação.
Tais como:
“Eu estou segura da mudança de postura em relação à forma como “ajudo” minha família”.
“Eu acredito que minha mudança será benéfica para todos.”
“Eu aceito o destino e as escolhas das pessoas que amo, eu as libero com muito amor e sem culpa.”
“Eu posso mudar de postura sem afetar os sentimentos e o amor, continuando amando e sendo amada”.
Deixo apenas sugestões, mas cada pessoa tem dentro dela os recursos do autoconhecimento para ouvir e seguir o seu coração. Fica apenas uma dica.
O amor cura, o auto-amor cura, a auto-cura é possível, olhe para seus conflitos, se não tiver muito claro, agende uma constelação em grupo ou individual.
Mais reflexões sobre viver a vida com leveza no meu site: www.rosasilvestreconsteladora.com.br
Rosa Silvestre – Consteladora e ThetaHealer




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